Como Prevenir o Infarto com Check-up Cardiovascular

Até 80% dos infartos são preveníveis. Conheça os fatores de risco, os exames preventivos e como o check-up cardiovascular detecta e protege sua saúde.

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, responsáveis por aproximadamente 400 mil óbitos por ano — o que equivale a mais de mil mortes por dia. Dentro desse grupo, o infarto agudo do miocárdio é a principal causa isolada. Apesar desses números alarmantes, estudos da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) estimam que pelo menos 80% desses eventos são preveníveis com diagnóstico precoce, controle dos fatores de risco e adoção de hábitos saudáveis.

A boa notícia é que o coração avisa antes de entrar em colapso. A maioria das pessoas que sofre um infarto já apresentava sinais silenciosos de doença coronariana anos antes — sinais que podem ser detectados por um completo e bem planejado.

Neste artigo, você vai entender o que acontece dentro das artérias coronárias antes de um infarto, quais são os sintomas que não devem ser ignorados, como calcular seu risco cardiovascular e quais exames preventivos são capazes de identificar a ameaça a tempo de agir.


O que acontece no infarto: a fisiopatologia em linguagem simples

O coração é um músculo que trabalha ininterruptamente por toda a vida. Para isso, ele depende de um suprimento constante de sangue oxigenado fornecido pelas artérias coronárias — vasos que envolvem o coração como uma coroa.

O infarto ocorre quando uma dessas artérias tem seu fluxo totalmente bloqueado. O processo costuma começar décadas antes do evento agudo, com a formação gradual de placas ateroscleróticas: depósitos de colesterol LDL oxidado, células inflamatórias e tecido fibroso que se acumulam na parede interna das artérias.

Com o tempo, essas placas crescem e endurecem as artérias — fenômeno conhecido como arteriosclerose. O problema mais perigoso, porém, não é a placa grande e estável, mas sim a placa vulnerável: menor, inflamada e com cápsula fibrosa fina. Quando essa placa se rompe, o organismo interpreta a lesão como um ferimento e aciona o sistema de coagulação. Forma-se então um trombo (coágulo) que pode obstruir completamente a artéria em questão de minutos.

Sem sangue, as células do miocárdio (músculo cardíaco) ficam sem oxigênio. Em cerca de 20 a 40 minutos, começa a necrose — a morte irreversível do tecido cardíaco. Quanto maior a área afetada e maior o tempo até a restauração do fluxo, mais grave é o dano e pior o prognóstico.

Cada minuto conta. Por isso, a frase usada na cardiologia de emergência é literal: “tempo é músculo”.


Sintomas clássicos e atípicos do infarto

Reconhecer o infarto precocemente é uma questão de sobrevivência. O problema é que os sintomas nem sempre seguem o roteiro clássico aprendido no imaginário popular.

Sintomas clássicos

  • Dor ou pressão no peito com duração superior a 20 minutos, frequentemente descrita como “aperto”, “peso” ou “queimação”
  • Irradiação da dor para o braço esquerdo, mandíbula, pescoço, ombros ou costas
  • Suor frio abundante e sem causa aparente
  • Falta de ar mesmo em repouso
  • Náusea e vômito
  • Sensação de morte iminente ou ansiedade intensa

Sintomas atípicos — especialmente em mulheres e diabéticos

Estudos publicados no Journal of the American College of Cardiology mostram que mulheres, idosos e diabéticos apresentam com maior frequência sintomas atípicos, o que retarda o diagnóstico e piora os desfechos:

  • Cansaço extremo e inexplicável, que pode durar dias
  • Dor epigástrica (na “boca do estômago”), confundida com gastrite
  • Falta de ar isolada, sem dor torácica
  • Tonturas ou desmaio
  • Dor nas costas ou no maxilar sem origem aparente
  • Palpitações

O infarto silencioso — sem qualquer sintoma perceptível — ocorre em até 25% dos casos, sendo mais frequente em diabéticos com neuropatia autonômica. Nesses pacientes, o check-up cardiovascular periódico é ainda mais importante.


Fatores de risco cardiovascular: o que aumenta seu risco de infarto

Os fatores de risco cardiovascular são condições ou comportamentos que aumentam a probabilidade de desenvolver doença coronariana. Eles se dividem em modificáveis (sobre os quais podemos agir) e não modificáveis (que devem orientar a vigilância e o rastreamento).

Fator de RiscoTipoImpacto Relativo
Hipertensão arterialModificávelMuito alto
TabagismoModificávelMuito alto
Dislipidemia (colesterol alto)ModificávelMuito alto
Diabetes mellitusModificável*Alto
Obesidade / sobrepesoModificávelAlto
SedentarismoModificávelAlto
Alimentação inadequadaModificávelAlto
Estresse crônicoModificávelModerado
Apneia do sonoModificávelModerado
Idade (homens >45; mulheres >55)Não modificávelAlto
Histórico familiar de DAC precoceNão modificávelAlto
Sexo masculinoNão modificávelModerado
Etnia (maior risco em negros e hispânicos)Não modificávelModerado

*O diabetes é considerado parcialmente modificável: embora não tenha cura, seu controle rigoroso reduz substancialmente o risco cardiovascular.

A presença de múltiplos fatores de risco simultâneos potencializa o risco de forma multiplicativa, não apenas aditiva. Um paciente hipertenso, diabético e tabagista tem um risco cardiovascular muito superior à soma dos três riscos individuais.


Escore de risco: como calcular meu risco de infarto?

O Escore de Framingham é a ferramenta mais utilizada mundialmente para estimar o risco de um evento cardiovascular maior (infarto ou morte coronariana) nos próximos 10 anos. Ele considera:

  1. Idade e sexo
  2. Colesterol total e HDL
  3. Pressão arterial sistólica (e se está em tratamento)
  4. Tabagismo (sim/não)
  5. Diabetes (sim/não)

Com base nesses dados, o escore classifica o paciente em três categorias:

  • Baixo risco: menos de 10% de chance de evento cardiovascular em 10 anos
  • Risco intermediário: entre 10% e 20%
  • Alto risco: acima de 20% (ou presença de diabetes, doença renal crônica ou doença aterosclerótica já estabelecida)

Para pacientes de risco intermediário, a SBC recomenda a realização de exames de imagem adicionais — como o escore de cálcio coronário pela tomografia computadorizada — para reclassificar o risco e ajustar a conduta terapêutica com mais precisão.

O cálculo do escore deve ser feito pelo médico durante o , mas entender a lógica ajuda o paciente a compreender por que certos exames são solicitados e por que o controle dos fatores de risco é tão relevante.


Exames preventivos para rastreamento cardiovascular

Um bem estruturado vai além da medição da pressão e do eletrocardiograma de rotina. Os principais exames utilizados no rastreamento da doença coronariana são:

Eletrocardiograma (ECG) em repouso

Registra a atividade elétrica do coração e pode detectar arritmias, bloqueios, sinais de sobrecarga ventricular e até evidências de infarto prévio silencioso. É barato, rápido e indolor, sendo parte obrigatória de qualquer check-up cardiovascular.

Ecocardiograma

Ultrassonografia do coração que avalia estrutura (espessura das paredes, tamanho das câmaras, função das válvulas) e função (fração de ejeção — a capacidade de bombeamento). Detecta cardiomiopatias, disfunção diastólica e sequelas de infartos anteriores.

Teste ergométrico (teste de esteira)

Avalia a resposta cardiovascular ao esforço físico progressivo, monitorando ECG, pressão arterial e frequência cardíaca. Identifica isquemia miocárdica induzida pelo esforço, arritmias e intolerância ao exercício. É indicado para pacientes com risco intermediário ou alto antes de iniciarem atividade física intensa.

Tomografia computadorizada de coronárias (escore de cálcio e angiotomografia)

O escore de cálcio coronário quantifica a calcificação das placas ateroscleróticas coronárias sem uso de contraste. Valor zero indica risco muito baixo; valores elevados indicam doença aterosclerótica significativa, mesmo sem sintomas. É um dos melhores preditores de eventos cardiovasculares futuros.

A angiotomografia coronária vai além: com contraste, permite visualizar diretamente a anatomia das artérias coronárias e o grau de estenose (estreitamento), sendo uma alternativa não invasiva ao cateterismo em casos selecionados.

Ultrassom de carótidas com Doppler

Mede a espessura íntima-média da carótida — um marcador de aterosclerose sistêmica — e detecta placas que possam causar acidente vascular cerebral (AVC). Também auxilia na reclassificação de risco em pacientes intermediários.

Exames laboratoriais fundamentais

  • Lipidograma completo: colesterol total, LDL, HDL, VLDL e triglicerídeos
  • Glicemia de jejum e HbA1c (hemoglobina glicada)
  • PCR ultrassensível: marcador de inflamação vascular
  • Homocisteína: fator de risco independente para aterosclerose
  • Função renal (creatinina, ureia, TFG estimada)
  • TSH: disfunções tireoidianas afetam o perfil lipídico e a pressão arterial

A combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem dentro de um completo permite traçar um mapa preciso do risco cardiovascular individual e definir as intervenções preventivas mais adequadas.


O papel do estilo de vida na prevenção do infarto

Nenhum medicamento é tão poderoso quanto a mudança de estilo de vida na prevenção cardiovascular primária. As quatro grandes alavancas são:

Atividade física regular

A prática de 150 minutos semanais de exercício aeróbico moderado (ou 75 minutos de intensidade vigorosa) reduz o risco cardiovascular em até 35%. O exercício melhora a sensibilidade à insulina, reduz a pressão arterial, aumenta o HDL, diminui triglicerídeos e tem efeito anti-inflamatório direto sobre a parede vascular.

Alimentação cardioprotetora

A dieta mediterrânea — rica em azeite de oliva, peixes, legumes, frutas, grãos integrais e oleaginosas — é a mais estudada e com maior evidência de proteção cardiovascular. O estudo PREDIMED demonstrou redução de 30% nos eventos cardiovasculares maiores com esse padrão alimentar. Reduza sódio, açúcares adicionados, gorduras trans e ultraprocessados.

Cessação do tabagismo

Fumar dobra o risco de infarto. O tabaco danifica diretamente o endotélio vascular, acelera a aterosclerose, aumenta a coagulabilidade do sangue e provoca vasospasmo. A boa notícia: após 1 ano sem fumar, o risco cardiovascular já cai à metade; após 15 anos, equipara-se ao de quem nunca fumou.

Controle do peso e da gordura abdominal

A obesidade, especialmente a obesidade visceral (circunferência abdominal acima de 94 cm em homens e 80 cm em mulheres), está associada a resistência à insulina, hipertensão, dislipidemia e estado pró-inflamatório crônico — um conjunto denominado síndrome metabólica. A perda de apenas 5 a 10% do peso corporal já produz melhoras mensuráveis nos fatores de risco.

Controle do estresse e qualidade do sono

O estresse crônico eleva cronicamente os níveis de cortisol e catecolaminas, promovendo inflamação vascular e hipertensão. A apneia obstrutiva do sono, por sua vez, está associada a hipertensão noturna, arritmias e aumento do risco de infarto e AVC. Ambos merecem avaliação e tratamento dentro do check-up preventivo.


Medicamentos preventivos: quando são indicados?

A prevenção farmacológica do infarto é individualizada e baseada no perfil de risco de cada paciente.

Estatinas

São os medicamentos mais estudados na prevenção cardiovascular. Reduzem o LDL e têm efeito anti-inflamatório sobre a placa aterosclerótica. São indicadas para todos os pacientes com doença cardiovascular estabelecida (prevenção secundária) e para aqueles de alto risco sem doença prévia (prevenção primária de alto risco). Não devem ser usadas indiscriminadamente sem avaliação médica.

Anti-hipertensivos

A hipertensão arterial deve ser tratada sempre que os valores persistirem acima de 140/90 mmHg após mudanças de estilo de vida. Diversas classes estão disponíveis (inibidores da ECA, BRAs, betabloqueadores, diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio), e a escolha depende das comorbidades do paciente.

Aspirina em baixas doses

Seu uso na prevenção primária (em pacientes sem doença cardiovascular prévia) foi reavaliado nos últimos anos. Estudos como o ASPREE e o ARRIVE mostraram que, em idosos e pacientes de baixo a moderado risco, os benefícios não superam o risco de sangramento gastrointestinal. A decisão deve ser sempre individualizada pelo médico.

Antidiabéticos com benefício cardiovascular

Novas classes de medicamentos para diabetes — como os inibidores de SGLT-2 (empagliflozina, dapagliflozina) e os agonistas de GLP-1 (semaglutida, liraglutida) — demonstraram em grandes ensaios clínicos reduzir eventos cardiovasculares maiores e morte cardiovascular em diabéticos de alto risco.


Sinais de alerta que exigem emergência imediata

Saber distinguir a angina estável de um infarto em curso pode salvar uma vida.

Angina estável: dor ou pressão no peito desencadeada pelo esforço físico ou emoção, com duração de 5 a 15 minutos, que cede com repouso ou nitrato sublingual. Embora exija investigação, não é uma emergência imediata.

Sinais de emergência — ligue imediatamente para o SAMU (192) ou vá ao pronto-socorro se:

  • A dor no peito durar mais de 20 minutos e não ceder com repouso
  • A dor surgir em repouso, sem fator desencadeante
  • Houver suor frio, falta de ar intensa, palidez ou desmaio associados
  • A angina mudar de padrão: tornando-se mais frequente, mais intensa ou surgindo com esforços menores que antes
  • Ocorrer perda de consciência ou parada cardiorrespiratória

Não dirija até o hospital sozinho. O SAMU dispõe de equipe treinada para iniciar o tratamento durante o transporte, o que pode reduzir significativamente o dano cardíaco.


Perguntas frequentes sobre infarto e prevenção cardiovascular

Quais são os sintomas do infarto?

Os sintomas clássicos incluem dor ou pressão no peito com duração superior a 20 minutos, irradiação para o braço esquerdo, mandíbula ou costas, suor frio, náusea e falta de ar. Em mulheres e diabéticos, o infarto pode se manifestar apenas com cansaço intenso, mal-estar ou dor epigástrica, sem dor torácica evidente.

O que causa um infarto?

O infarto é causado pela obstrução de uma artéria coronária, geralmente por uma placa de aterosclerose que se rompe e forma um coágulo (trombo). Isso impede o fluxo de sangue para uma parte do músculo cardíaco, causando sua morte por falta de oxigênio.

Como saber se tenho risco de infarto?

O risco de infarto é estimado por escores de risco cardiovascular, como o Escore de Framingham. Fatores como idade, sexo, histórico familiar, pressão arterial, colesterol LDL, tabagismo e diabetes são considerados. O completo é a forma mais precisa de avaliar o risco individual.

Infarto pode ocorrer sem dor no peito?

Sim. O chamado infarto silencioso ocorre especialmente em diabéticos e em mulheres. Nestes casos, os sintomas podem ser inespecíficos: cansaço extremo, falta de ar, sudorese, náusea ou simplesmente uma sensação de mal-estar. Por isso, o check-up regular é fundamental mesmo na ausência de sintomas.

Com que frequência fazer check-up cardiovascular?

Para adultos sem fatores de risco, recomenda-se cardiovascular a cada 2 a 3 anos a partir dos 40 anos. Para quem tem hipertensão, diabetes, histórico familiar de doença coronariana ou outros fatores de risco, a avaliação deve ser anual ou conforme orientação do cardiologista.


Conclusão: prevenção começa antes dos sintomas

O infarto raramente é um evento súbito sem aviso. Na grande maioria dos casos, ele é o estágio final de uma doença silenciosa que se desenvolveu ao longo de anos — e que poderia ter sido detectada e tratada muito antes.

O não é um luxo nem um exagero. É a ferramenta mais eficaz disponível para identificar a doença coronariana em fase subclínica, reclassificar o risco com precisão e orientar intervenções — de mudanças de estilo de vida a medicamentos — antes que o dano seja irreversível.

Se você tem mais de 40 anos, ou qualquer fator de risco cardiovascular, não espere os sintomas para agir. Agende seu e dê ao seu coração a atenção que ele merece.


Referências

  • Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diretriz de Prevenção Cardiovascular, 2019.
  • American Heart Association. Heart Disease and Stroke Statistics, 2024.
  • Estruch R, et al. Primary Prevention of Cardiovascular Disease with a Mediterranean Diet Supplemented with Extra-Virgin Olive Oil or Nuts (PREDIMED). N Engl J Med. 2018.
  • McNeil JJ, et al. Effect of Aspirin on Cardiovascular Events and Bleeding in the Healthy Elderly (ASPREE). N Engl J Med. 2018.
  • Zinman B, et al. Empagliflozin, Cardiovascular Outcomes, and Mortality in Type 2 Diabetes (EMPA-REG OUTCOME). N Engl J Med. 2015.
  • Mehta LS, et al. Acute Myocardial Infarction in Women. Circulation. 2016;133(9):916-947.

Perguntas Frequentes

Quais são os sintomas do infarto?
Os sintomas clássicos incluem dor ou pressão no peito com duração superior a 20 minutos, irradiação para o braço esquerdo, mandíbula ou costas, suor frio, náusea e falta de ar. Em mulheres e diabéticos, o infarto pode se manifestar apenas com cansaço intenso, mal-estar ou dor epigástrica, sem dor torácica evidente.
O que causa um infarto?
O infarto é causado pela obstrução de uma artéria coronária, geralmente por uma placa de aterosclerose que se rompe e forma um coágulo (trombo). Isso impede o fluxo de sangue para uma parte do músculo cardíaco, causando sua morte por falta de oxigênio.
Como saber se tenho risco de infarto?
O risco de infarto é estimado por escores de risco cardiovascular, como o Escore de Framingham. Fatores como idade, sexo, histórico familiar, pressão arterial, colesterol LDL, tabagismo e diabetes são considerados. O check-up cardiovascular completo é a forma mais precisa de avaliar o risco individual.
Infarto pode ocorrer sem dor no peito?
Sim. O chamado infarto silencioso ocorre especialmente em diabéticos e em mulheres. Nestes casos, os sintomas podem ser inespecíficos: cansaço extremo, falta de ar, sudorese, náusea ou simplesmente uma sensação de mal-estar. Por isso, o check-up regular é fundamental mesmo na ausência de sintomas.
Com que frequência fazer check-up cardiovascular?
Para adultos sem fatores de risco, recomenda-se check-up cardiovascular a cada 2 a 3 anos a partir dos 40 anos. Para quem tem hipertensão, diabetes, histórico familiar de doença coronariana ou outros fatores de risco, a avaliação deve ser anual ou conforme orientação do cardiologista.

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Referências

  • Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diretriz de Prevenção Cardiovascular, 2019.
  • American Heart Association. Heart Disease and Stroke Statistics, 2024.